| No ângulo obtuso da vida, |
| enxergo certo o errado. |
| No ângulo reto eu me digo |
| um tanto meio quadrado! |
| Na circunferência me fecho |
| nem que me parta o raio..; |
| Tangente que toca um ponto |
| no vértice do amor eu caio. |
| Mas é no ângulo agudo |
| a solução do dilema |
| confesso embora mudo |
| não ter resolvido o problema! |